Memória em elementos tumulares medievais: tumbas transi como fenômeno social

Amanda Basilio Santos, Carlos Alberto Ávila Santos

Resumo


Este artigo discute os aspectos memoriais e comunicativos de uma expressão tumular específica, por meio da análise de alguns exemplares do fenômeno artístico funerário conhecido como tumbas transi ou tumbas cadáveres. Embora tais tumbas não sejam um fenômeno exclusivo da Inglaterra medieval, em nosso artigo o recorte espacial se concentrará no território inglês, e nossa abrangência temporal comportará o século XV. Entendemos a escultura fúnebre que assim se apresenta como um forte “sociotransmissor”, um conceito trabalhado por Joël Candau, através do qual explora a capacidade que alguns objetos possuem na formação de uma cadeia memorial.


Palavras-chave


Medievo; Iconografia; Tumbas transi; Memória

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/mouseion.v0i27.3269

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ISSN: 1981-7207

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