Ser mulher: um conflito entre as práticas capitalistas e o direito individual à autonomia.

Carolina Diamantino Esser Santana

Resumo


A partir dos estudos da Teoria Crítica alemã, pretende-se responder à questão: as reflexões realizadas pela Teoria Crítica podem ser vislumbradas na sociedade atual? A hipótese é de que várias das características aventadas pela Teoria Crítica permanecem existentes. São catalogados dados relativos ao Brasil na atualidade, tais como o fato de o Brasil, de acordo com dados publicados em 2014 pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética, ocupar a primeira posição no ranking mundial por quantidade de cirurgias plásticas estéticas.  Tal discussão culminará na análise do conflito entre a atual conjuntura do capitalismo brasileiro e o direito individual à autonomia das mulheres.


Palavras-chave


Cirurgia Plástica; Direito à Autonomia Cognoscitiva; Teoria Crítica.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/2318-8081.16.24

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Revista REDES - ISSN 2318-8081

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