Educação superior:

Estratégias para o acesso de transexuais e travestis no Brasil (2003-2016)

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18316/recc.v30i3.12548

Resumo

Este artigo objetiva apresentar as estratégias engendradas pelo Estado, pelos movimentos sociais e pelas universidades públicas para promover o acesso de transexuais e travestis à educação superior, no período de 2003 a 2016. Sob os preceitos do materialismo histórico-dialético, com base na teoria de justiça social de Nancy Fraser, o estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa documental e bibliográfica, tendo como fonte dados quantitativos, produções acadêmicas, notícias em mídias sociais, documentos que orientam as políticas de educação superior promulgadas durante os governos de Lula e de Dilma, documentos educacionais e atos normativos que citam transexuais e travestis. Como resultado, salienta-se que as estratégias elaboradas são medidas afirmativas que podem contribuir para a democratização do acesso para esse grupo, no entanto, ainda não são suficientes para incluir e beneficiar a todas/os, assim como não tendem à transformação das estruturas que suscitam as condições desiguais de acesso à educação. 

Biografia do Autor

Tatiane Lima, UFMS

Doutora em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS, 2023). Pós-doutoranda na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), integrante do Grupo de Estudos e Pesquisas Política de Educação Superior/Mariluce Bittar (GEPPES/UFMS). Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil.

Carina Elisabeth Maciel, UFMS

Doutora em Educação pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS, 2009). Professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul (UFMS), coordenadora do Grupo de Estudos e Pesquisas Política de Educação Superior/Mariluce Bittar (GEPPES/UFMS). Campo Grande, Mato Grosso do Sul, Brasil. Bolsista Produtividade Fundect/CNPq.

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Publicado

2025-12-18

Edição

Seção

Artigos