A potência do parangolé na pele do pensamento juvenil em pesquisas sociopoéticas na Educação

Autores

DOI:

https://doi.org/10.18316/recc.v31i1.12634

Resumo

Objetivamos analisar como a técnica artística do parangolé potencializou a criação de um pensamento juvenil coletivo, crítico e inventivo em pesquisas sociopoéticas. Como metodologia, utilizamos o mapeamento sistemático para identificação e seleção do corpus de análise, segundo Rocha, Reis Nascimento e Nascimento (2018) e, do mapeamento cartográfico, conforme Rolnik (2011). Duas pesquisas foram selecionadas: a de Gama (2013), uma tese e a de Santos (2014), uma dissertação. Observamos que elas tratam das violências oriundas do espaço educativo, exigindo que se repense o currículo e os modos de se educar a partir das implicâncias juvenis.

Biografia do Autor

José Gomes da Silva Filho, Universidade Federal do Piauí

Mestranda em Educação pela Universidade Federal do Piauí pelo Programa de Pós-Graduação em Educação - (UFPI/PPGEd), na linha de Pesquisa 3: Educação, Diversidade/Diferença e Inclusão. Especialista em AEE - Atendimento Educacional Especializado e Educação Inclusiva pelo Centro Universitário Faveni (UNIFAVENI). Especialista em Docência e Gestão do Ensino Superior pela Universidade Estácio de Sá (UNESA). Licenciada em Pedagogia pela Universidade Federal do Piauí (UFPI). Bacharel em Design pela Faculdade Piauiense (FAP). Foi estudante de Iniciação Científica Voluntária (ICV/UFPI). Integra o Núcleo de Estudos e Pesquisas em "Gênero, Educação e Cidadania" (NEPEGECI/UFPI) e o Observatório das Juventudes e Violências na Escola (OBJUVE/UFPI). Tenho experiência na Educação, com interesse de estudo e pesquisa em: Educação Especial e Inclusiva, Juventudes, Diversidade Sexual e de Gênero, com foco nas corporalidades transvestigêres, tendo como métodos sensíveis de pesquisa, a Sociopoética e a Cartografia.

Shara Jane Holanda Costa Adad, Universidade Federal do Piauí

Doutora em Educação. Especialista em História do Piauí. Bacharel em Ciências Sociais. Formação complementar em Arteterapia e Arte do Palhaço. Professora Associada da Universidade Federal do Piauí - UFPI, lotada no Departamento de Fundamentos da Educação - DEFE/CCE, na área de Fundamentos Sociológicos e Antropológicos da Educação. Integra o Programa de Pós-Graduação em Educação/UFPI, na Linha de Pesquisa Educação, Diversidades/Diferença e Inclusão. Coordena o Núcleo de Estudos e Pesquisas em "Educação, Gênero e Cidadania" - NEPEGECI e subcoordena o Observatório das Infâncias e Juventudes na Educação (OBIJUVE). Atua principalmente em temas associados à corpo, à infância, às juventudes e às práticas educativas imanentes e interculturais em contextos escolares e não escolares provenientes da experiência que descoloniza o pensamento hegemônico; que cria uma Geofilosofia da experiência ao caotizar e dar consistência especialmente aos confetos (neologismo: conceitos + afetos) na Sociopoética, produção coletiva de conhecimento, heterogeneidade produtora da diferença. Prioriza, ainda, as subjetividades nos agenciamentos micropolíticos de afectos - processos coletivos de criação e de resistências produzidas com/entre crianças, adolescentes e jovens numa perspectiva de políticas públicas das diversidades de gênero, de sexualidades e de raça/etnia, democráticas, decoloniais e inclusivas, com abordagens de pesquisa inventivas e interventivas, com destaque para a sociopoética, a cartografia, a etnografia e as narrativas de coletivos humanos de resistência na produção de outros modos de educar na contemporaneidade.

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Publicado

2026-05-18

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Artigos