Buenos Aires: Tão perto, tão longe

João Farias Rovati

Resumo


Vivemos uma época na qual a produção e circulação de bens culturais ganha grande autonomia em relação a suas territorialidades. A iconografia relacionada à arquitetura das cidades não escapa a esta condição. Mas, se a imagem de uma arquitetura supostamente característica de um território pode ser instantaneamente captada por seu receptor, o mesmo não acontece com sua materialidade; para experimentá-la, é preciso vivenciar “alguma coisa” que, aparentemente, não circula pelas redes de comunicação e informação. A partir do relato de uma caminhada pelas ruas de Buenos Aires, como paródia do conflito entre a veloz circulação das imagens e a lenta circulação dos corpos, o trabalho propõe o aprofundamento da reflexão sobre a americanização da cidade brasileira.

Palavras-chave


Cidade; Arquitetura; Urbanismo; Projeto; Circulação de Imagens

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/2131

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ISSN: 1981-7207

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