Do império do cobre ao turismo cultural no sul do Brasil

Daniel Luciano Gevehr, Patricia Ines Schwab, Fabiana Tramontin Bonho

Resumo


O artigo objetiva descrever a transformação espacial e econômica, ocorrida na Mina do Camaquã, desde a extração dos primeiros minérios de cobre, até a atualidade, onde oferecem, aos seus visitantes, experiências de ecoturismo e turismo de aventura. O turismo, campo de práticas históricas, sociais, culturais e de lazer, é um meio de promoção do desenvolvimento e defesa do patrimônio, relação esta necessária e possível. Nessa perspectiva, em âmbito local, o desenvolvimento deve promover a melhoria da qualidade de vida da população, assimilando as novas realidades produtivas, aliadas a identidade da cultura local. A pesquisa evidenciou o uso, para finalidade turística, do espaço pós-industrial e produtivo da Mina do Camaquã, enquanto potencial de desenvolvimento local. A Vila Mina do Camaquã, oferece uma infraestrutura completa para o recebimento de turistas e, conta com o empreendimento Mina Outdoor Sports, que apresenta um portfólio amplo de modalidades de turismo de aventura. Conclui-se, com a pesquisa, que há a necessidade de reconhecimento – de fato – do potencial e da valorização do patrimônio histórico-cultural e natural, tendo em vista a consolidação das Minas do Camaquã, como um atrativo turístico permanente do Rio Grande do Sul.

Palavras-chave


Mina do Camaquã; Patrimônio; Turismo; Desenvolvimento local

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/mouseion.v0i33.5713

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ISSN: 1981-7207

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