Visitas a museus e práticas fotográficas. O exemplo do Museu Rodin em Paris

Sylvaine Conord, Irène Jonas

Resumo


Este artigo visa dar conta das práticas fotográficas de visitantes dentro de um museu e mais particularmente dos comportamentos face aos célebres obras do Museu Rodin de Paris (Le penseur, Les bourgeois de Calais, La porte de l’enfer, etc.). A fotografia é parte inerente de toda visita turística, sendo questão de conservar uma narrativa visual de viagem, de constituir sua prórpia memória. Nesta perspectiva todas as opções técnicas como a escolha de material (câmeras, compactos, telefones, I Pad), a escolha de enquadramentos originais e pessoais, as mises en scène (como a imitação da postura representada na escultura) têm sua importância. A imagem terá valor de atestação da presença sobre os lugares e marcará a inscrição do turista no processo de apropriação das obras de arte. Trata-se de compreender, através deste objeto, a fotografia, e das práticas que estão associadas, o próprio sentido da visita museal.


Palavras-chave


Fotografia; Museu; Rodin; Turismo; Imagem; Paris

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/739

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ISSN: 1981-7207

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