Pueblos indígenas en Brasil y el Ecuador: retos y experiencias hacia las autonomías territoriales
DOI:
https://doi.org/10.18316/redes.v14i1.9595Palavras-chave:
autonomía, derecho comparado, pueblos indígenas.Resumo
Desde el período colonial, Brasil y el Ecuador comparten contextos de violación a los territorios y las autonomías de los pueblos indígenas. Esta cuestión se refleja actualmente sobre el potencial práctico de las constituciones nacionales hacia la materialización de los derechos que garantizan. De ese modo, el problema de esta investigación está centrado en las insuficiencias prácticas enfrentadas por los regímenes de derecho constitucional en Brasil y en el Ecuador para la efectuación de las autonomías territoriales indígenas. El objetivo de la investigación es realizar un estudio comparativo del derecho y las expresiones de autonomía indígena en Brasil y en el Ecuador. Se plantea la siguiente hipótesis: La tensión dialéctica entre los logros y las fallas en las experiencias autonómicas indígenas en Brasil y en el Ecuador puede servir a la formulación de ejes hacia la materialización de las autonomías territoriales indígenas. La metodología aplicada se centra en las técnicas del derecho comparado y de la dialéctica del derecho. A modo de cierre, se concluye que la tensión dialéctica entre los ordenamientos jurídicos, los contextos sociales y las alternativas prácticas suele revelar algunas perspectivas potenciales hacia el incremento efectivo de las autonomías territoriales de los pueblos indígenas.
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