Experiencia intensa e experiencia de imersão: Relatório de observações diretas

Colette Dufresne-Tassé

Resumo


As formas utilizadas para provocar a imersão dos visitantes em museus, sejam eles físicos ou virtuais, foram objeto de diversas publicações ao longo dos últimos quinze anos. Por meio dessas formas, procurou-se provocar uma experiência mais envolvente que as suscitadas por museografias anteriores, chamadas de primeira ou segunda geração. O objeto deste artigo não se ocupa dessas formas, mas da experiência do visitante. Considerando os limites deste texto, concederei pouca atenção aos trabalhos já publicados sobre o tema. O que diferencia minha pesquisa das precedentes - e que justifica o presente artigo - é o fato que meus dados foram recolhidos na intensidade da experiência de visitação, enquanto que os outros estudos basearam-se nas lembranças, isto é, naquilo que é evocado pala memória dessa experiência.

Palavras-chave


museu; visitantes; experiência de imersão

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/1872

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ISSN: 1981-7207

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