A Arquitetura: uma amante amantíssima.

Luísa Ano-Bom Moreira, Marcia Cristina Ribeiro Gonçalves Nunes

Resumo


A genialidade do arquiteto e urbanista  Paulo Roberto Chaves Fernandes transformou o patrimonio histórico de Belém, boa parte oriundo do período de riqueza da borracha, deixando sua marca em projetos icônicos na capital e no interior do Estado, além de sua contribuição no campo das artes com incentivo à literatura, música e diversas manifestações artisticas e culturais. Walter Benjamin conta, em um livro sobre a vida dele em Berlin,  a sua relação com a cidade e os documentos. Dizia que em cada lugar que ele ia, encontrava seu passado. Assim era Paulo Chaves, nosso arquiteto-flaneur, que mergulhava fundo em cada projeto desenvolvido por ele e sua equipe à Belém do Grã Pará que tanto amava. Sua morte, ocorrida em 17 de março de 2021, deixa-nos  o melhor conjunto arquitetônico de obras públicas desse  Estado, com refinamento e competência de um gênio, devolvendo à cidade parte de sua herança perdida, e muitas vezes, enterrada.


Palavras-chave


Paulo Chaves; Patrimônio Histórico; Projetos; Arquiteto-flaneur; Belém

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/mouseion.v0i39.9079

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ISSN: 1981-7207

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