A hierarquia e os hábitos do habitar, do Brasil Colonial à contemporaneidade: uma análise a partir da casa-grande de Gilberto Freyre

Priscila Lini, Sabrina Lini

Resumo


O artigo trata das relações estabelecidas pelos membros da família extensa reunida sob a autoridade patriarcal do colonizador português, conforme as narrativas de Gilberto Freyre em sua obra “Casa-Grande e Senzala”. A pesquisa aprofunda-se nos hábitos domésticos da família nuclear e estendida, os locais permitidos e proibidos à circulação de pessoas, familiares, escravos e agregados, além de uma análise antropológica da edificação como símbolo de poder e posição social, no controle da mulher e no silenciamento dos múltiplos atores envolvidos neste espaço, que em grande parte modelou os costumes domésticos brasileiros. A própria casa em si, seus espaços adjacentes e a posição das construções no terreno apresentam uma curiosa lógica adaptativa e arquitetônica. O método empregado é o dedutivo, com pesquisa bibliográfica e documental, utilizando-se ainda a comparação de plantas, croquis e gravuras com os elementos apresentados pela obra em análise e seus conceitos fundamentais nas descrições das habitações.

Palavras-chave


Hábitos; cultura; arquitetura colonial; casa-grande

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/mouseion.v0i41.9540

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ISSN: 1981-7207

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