Médias móveis como rastreador de tendências para investimentos no mercado de ações

Jefferson Wagnitz, Raul Beal Partyka, Jeferson Lana

Resumo


A bolsa de valores brasileira (B3) passou a ser uma alternativa considerada por muitos que desconheciam essa forma de investimento a partir da baixa na taxa de juros básica (Selic) de 2017 a 2018. Esta procura canalizou investidores a procurarem rendimentos mais atrativos. Aliado ao interesse de novos investidores, se fez necessário considerar as ferramentas disponíveis para minimizar perdas e maximizar ganhos no mercado de ações. Uma destas ferramentas é a análise gráfica, que auxilia na identificação de tendências dos preços dos ativos, para apontar momentos de compra ou de venda. O objetivo deste artigo é verificar a eficácia do indicador técnico de médias móveis, como estratégia simples e objetiva, para simular a compra e venda no ano de 2017 e primeiro semestre de 2018, de dezoito empresas dentre as listadas na B3, comparando com índice Ibovespa deste mesmo período. Os resultados apontaram que a rentabilidade média dos ativos foi de 37,80% nas operações compradas enquanto o índice Ibovespa obteve 13,77%. Para as operações vendidas obteve-se rentabilidade média de -16,59% nos ativos, o índice Ibovespa registrou -11,36%.

Palavras-chave


Médias Móveis; Bolsa de Valores; Investimentos.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/desenv.v10i3.8470

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ISSN: 2316-5537

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