Efeito da intervenção motora precoce remota no desenvolvimento motor e nas oportunidades do ambiente dos bebês de risco

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DOI:

https://doi.org/10.18316/sdh.v12i3.10908

Resumo

Objetivo: Investigar qual é o efeito da intervenção motora precoce remota no desenvolvimento motor e nas oportunidades ambientais dos bebês de risco.

Materiais e Métodos: Estudo ex post facto retrospectivo. 18 bebês de risco de três a 18 meses foram avaliados através da Alberta Infant Motor Scale (AIMS) Affordances in the Home Enviroment for Motor Development – Infant Scale (AHEMD-IS), antes e depois de três meses de atendimento remoto.

Resultados: Predominância de bebês do sexo masculino. Observou-se melhora na classificação da AIMS, onde 66% dos bebês com atraso no desenvolvimento diminuíram para 38%, bebês classificados como “típicos” aumentaram de 22% para 38% na amostra após a intervenção. No AHEMD-IS, melhorou a classificação total “excelente”, aumentando de 50% para 66% da amostra. O espaço físico não apresentou significância, pois se mantiveram no mesmo espaço antes e depois da intervenção, assim como a variedade de estimulação e brinquedos de motricidade fina e ampla. Os bebês que mais aumentaram a variedade de estimulação pelo AHEMD-IS foram os que melhoraram o escore de sedestação.

Conclusão: A intervenção remota é capaz de melhorar a função motora dos bebês, porém não foi possível visualizar a capacidade destes atendimentos em melhorar as oportunidades do ambiente dos quais estão inseridos.

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Publicado

2025-04-25

Edição

Seção

Artigos Originais