Efeito do gengibre no poder anaeróbico de membros inferiores de ginastas da seleção brasileira

Moises Silvestre de Azevedo Martins, Eryclis Nunes, Raúl Domínguez, Júlio C. R. Carvalho, Wanderley J. M. Bittencourt, Luiz Henrique R. Maciel, Wilson Cesar Abreu, Sandro Fernades da Silva

Resumo


Introdução: a ginástica aeróbica é um esporte que tem crescido consistentemente nas últimas décadas, e sua prática exige que seus atletas realizem movimentos complexos e de alta intensidade. Objetivo: analisar se a suplementação com gengibre tem efeito ergogênico no poder anaeróbico dos membros (PAMI) em atletas de ginástica aeróbica. Métodos: foi realizado um estudo randomizado, duplo-cego, controlado por placebo, com nove atletas (23,11 + 4,14 anos, 1,63 + 0,09 m, 60,51 + 7,38 kg) da Seleção Brasileira de Ginástica Aeróbica. Após a ingestão de 400 mg de Zingiber officinale ou placebo por sete dias, os indivíduos foram submetidos a um teste de potência anaeróbica (RAST). Os dados de Velocidade de pico e Potência de pico (m/s e W), potência média e mínima (W) e índice de fadiga (W/s e %) foram obtidos no RAST. Resultados: Após verificar a não normalidade da amostra, foi aplicado o Mann-Whitney, mas não foram encontradas diferenças significativas na velocidade de pico da suplementação de gengibre (6,28 ± 0,41 m / s; 445,28 ± 117,15 W) em comparação ao placebo (6,22 ± 0,45 m / s; 425,95 ± 130,39 W). Conclusões: conclui-se que a ingestão de 400 mg de Z. officinale não exerce efeito ergogênico no poder anaeróbico dos membros inferiores de atletas de ginástica aeróbica.


Palavras-chave


Efeito Ergogênico; Ginástica Aeróbica; Fitoterapêutico; Força.

Texto completo:

PDF (English)


DOI: http://dx.doi.org/10.18316/sdh.v8i2.6127

Apontamentos

  • Não há apontamentos.


e-ISSN: 2317-8582

UNILASALLE - Av. Victor Barreto, 2288 Centro Canoas/RS Cep: 92.010-000