Como podemos evitar a morte social do patrimônio cultural? Educação Patrimonial uma área emergente

Zaida García Valecillo

Resumo


Este artigo analisa o processo de apropriação do patrimônio cultural e do seu papel na vida diária, como a fundação de educação patrimonial. Nesse sentido, o património cultural são áreas de interação social, capazes de representar a memória e identidade de uma comunidade e dos cidadãos. No entanto, a cada dia observa-se que estes espaços se tornam sem sentido para as pessoas que vivem no lugar e eventualmente são esquecidos. Isto é, quando é declarada a morte social  do  patrimônio cultural e seu papel principal torna-se uma atividade económica, ou pior, ela é percebida como um obstáculo na vida dos seus habitantes e seus valores culturais assunto só para especialistas. É, portanto, necessário para gerar processos educativos de reapropriação social onde os cidadãos fortalecem os valores simbólicos e mudem os usos e significados dos ativos dentro da vida cotidiana. A Educação patrimonial é uma maneira de construir redes com o patrimônio cognitivo e afetivo e promover a participação das comunidades locais na avaliação do seu patrimônio tangível e intangível.


Palavras-chave


Patrimônio Cultural; Educação Patrimonial; Morte Social do Patrimônio.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/1981-7207.16.18

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ISSN: 1981-7207

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