Transformações autopoieticas e a viragem teórica sistêmica estamina

Fernando Tonet

Resumo


O presente artigo (re)constrói a caminhada autopoiética desenvolvida por Humberto Maturana, Francisco Varela, Niklas Luhmann e Gunther Teubner, com o objetivo de observar a possibilidade de atuação das células estaminais na teoria sistêmica autopoiética, modificando totalmente os modelos até agora seguidos. O tema nunca foi desenvolvido pelas ciências sociais, apenas pelas ciências biológicas, assim é arquitetado em dois momentos a) o sentido autopoiético em Maturana, Luhmann e Teubner; b) uma nova abordagem estaminal, onde se alteram os conhecimentos autopoiéticos desenvolvidos até o momento, pois ocorreria uma inserção de informações dentro do sistema sem a passagem obrigatória dos filtros, o que não caracterizaria nem alopoiese, nem insuficiência de diferenciação funcional. O método de abordagem será o sistêmico autopoiético proposto por Niklas Luhmann, pois possibilita observar o fenômeno do constitucionalismo complexo na contemporaneidade, o que constitui a essência do pensamento teórico pós-moderno, ensejando dentro desse método novas formas de observação à complexidade das sociedades contemporâneas.

Palavras-chave


Autopoiese; Células estaminais; Complexidade; Observação; Teoria dos Sistemas

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/1646

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Revista REDES - ISSN 2318-8081

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Prédio 6.


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