Inteligência artificial e a proteção aos direitos da personalidade nas famílias

Matheus Ribeiro de Oliveira Wolowski, Valéria Silva Galdino Cardin

Resumo


O artigo tem como escopo avaliar os reflexos sócio jurídicos das tecnologias nas famílias, sobretudo em relação aos direitos de personalidade. A exposição desmoderada à Inteligência Artificial tem acarretado ofensas à direitos de personalidade e danos no seio familiar. Além do cyberbullying, pessoas tem desenvolvido afeto por robôs e requerido o reconhecimento de se constituir família. A pesquisa é teórica com revisão de literatura sobre o tema e análises de pesquisas da área da saúde. O método utilizado é o dedutivo, no qual se observam determinadas premissas jurídicas e sanitárias e ao final, e extraem-se conclusões gerais acerca de um possível equilíbrio entre o desenvolvimento tecnológico e a proteção aos direitos da personalidade.

Palavras-chave


Família; Saúde; Tecnologias; Direitos de Personalidade;

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/redes.v10i3.8062

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Revista REDES - ISSN 2318-8081

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