Terapias Farmacológicas Para A Síndrome Do Ovário Policístico Alternativas Às Terapias Hormonais
Uma Revisão Integrativa
DOI:
https://doi.org/10.18316/sdh.v12i3.11029Palavras-chave:
Polycystic ovary syndrome, Drug therapy, EfficacyResumo
Introdução: A síndrome do ovário policístico (SOP) constitui a patologia endócrina mais prevalente em mulheres de idade reprodutiva e sua fisiopatologia está associada à resistência à insulina, risco aumentado para doenças cardiovasculares, obesidade, depressão e infertilidade.
Objetivo: Explanar informações atuais e relevantes disponíveis na literatura sobre os fármacos aplicados no tratamento da SOP e alternativos ao uso de contraceptivos hormonais, quanto aos seus efeitos, eficácia e segurança.
Materiais e Métodos: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura realizada a partir da busca de artigos publicados entre 2017 e 2022 nas bases de dados eletrônicas PubMed, EMBASE e SCIELO. Os critérios de seleção e processo de análise foram norteados pelo fluxograma PRISMA 2020.
Resultados: Foram eleitos 10 ensaios clínicos randomizados que citaram 13 fármacos de diferentes classes farmacológicas. Os medicamentos citados foram: metformina, empagliflozina, dapagliflozina, canagliflozina, liraglutida, exenatida, saxagliptina, pioglitazona, cloridrato de clomifeno, anlodipino, fezolinetante, fentermina e topiramato.
Conclusão: A maioria dos fármacos apresentados nesta revisão demonstraram eficácia semelhante e muitas vezes superior ao medicamento habitualmente empregado na SOP, a metformina. Também demonstraram efeitos terapêuticos mais abrangentes aos contraceptivos hormonais orais. Em geral, foram bem tolerados e apresentaram efeitos adversos leves ou moderados.
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