Terapias farmacológicas e não farmacológicas no tratamento da Doença de Alzheimer – Uma Revisão Narrativa da Literatura

Bruna da Silva Machado

Resumo


Introdução: a doença de Alzheimer (DA) é a forma mais comum de neurodegeneração associada ao envelhecimento da população que acarreta grande impacto socioeconômico. Idosos acima de 65 anos são os mais acometidos e os fármacos até o momento para o tratamento visam a melhora dos sintomas e o retardo do progresso da doença. O presente estudo tratou-se de uma revisão narrativa da literatura. Métodos: para a busca dos artigos foram utilizados os descritores “Alzheimer”, “Farmacocinética”, “Farmacologia”, “Agonistas Colinérgicos”, “Receptores de Glutamato”, bulas dos medicamentos e os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Resultados e métodos: os fármacos mais utilizados no momento são os que atuam nas vias colinérgicas e glutamatérgicas, esta última usada em casos mais graves da doença. Há também novos medicamentos e terapias alternativas que ainda precisam de estudos adicionais para avaliar sua eficácia, entre eles a imunoterapia. Conclusão: o cenário farmacológico da DA oferta medicamentos onde já se conhece exatamente sua farmacocinética, farmacodinâmica e efeitos colaterais associados, mas pode-se perceber que ainda há opções medicamentosas que precisam de estudos adicionais para futuramente ser uma opção terapêutica, o que mantém a esperança de que ainda se possa encontrar medicamentos com maior eficácia, menos toxicidade e efeitos colaterais.

 


Palavras-chave


Doença de Alzheimer; Farmacologia; Agonistas colinérgicos; receptores glutamatérgicos

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Referências





DOI: http://dx.doi.org/10.18316/sdh.v9i3.7098

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e-ISSN: 2317-8582

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