Uso não orientado de medicamentos entre usuários de uma clínica universitária de fisioterapia do noroeste do Rio Grande do Sul

Tailise Pereira dos Santos, Viviane Cecilia Kessler Nunes Deuschle, Regis Augusto Norbert Deuschle

Resumo


A prática da automedicação é bastante comum não só no Brasil, mas sim a nível mundial. Esse hábito está associado principalmente à facilidade de acesso aos medicamentos. Desse modo o presente estudo teve por objetivo avaliar a prática da automedicação entre pacientes de uma clínica fisioterápica universitária do Noroeste do Rio Grande do Sul. Foi realizado um estudo observacional transversal descritivo com a aplicação de um questionário estruturado com perguntas abertas e fechadas, o qual foi aplicado à uma população de 27 indivíduos durante o mês de novembro de 2019. Observou-se que 81,5% dos participantes já praticaram a automedicação, sendo os analgésicos/antitérmico, anti-inflamatórios, xaropes pra tosse e antigripais, as classes medicamentosas mais utilizadas. Foi analisado também o uso atual de medicamentos e 70,4% dos pacientes afirmaram estar fazendo uso atualmente, sendo que 78,9% por indicação médica e 21,1% por automedicação. Embora o público busque pelo atendimento médico, constata-se que automedicação foi prevalente entre o público estudado, e pôde ser observado que boa parte não teve um acompanhamento profissional adequado. Desta forma, fica evidente a importância de ações de atenção farmacêutica e o quanto ela pode contribuir para minimizar os possíveis impactos negativos decorrentes do uso não orientado de medicamentos.


Palavras-chave


Automedicação; Medicamentos; Atenção farmacêutica

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/sdh.v9i3.7268

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e-ISSN: 2317-8582

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