Mulheres aprisionadas: rediscutindo invisibilidades

Simone Reis Nunes, Graziela Werba

Resumo


O senso comum, na perspectiva de gênero, preconiza a criminalidade feminina como mais uma situação na qual preponderam as relações patriarcais. Assim, as mulheres apenadas se envolveriam no crime a partir de suas relações afetivas com uma ou mais figuras masculinas. Em pesquisa realizada em um presídio feminino gaúcho, a coleta de dados trouxe informações que contrariam esta ideia. O que pretendemos com este estudo é um novo olhar sobre o tema, questionando: pensar que as mulheres entram na criminalidade em função de uma figura masculina não seria mais uma forma de invisibilidade?


Palavras-chave


Gênero; Criminalidade Feminina; Invisibilidade; Classes

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/903

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ISSN: 2238-9024

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