O imperativo de Adorno e os crimes contra a humanidade

Sandro Fröhlich

Resumo


O trabalho pretende refletir sobre o papel da educação frente a algumas atrocidades, de modo especial a questão dos ‘crimes contra a humanidade’. Diante das barbáries que assolaram o século XX, é imperioso questionar e pensar sobre a condição humana, a sociedade que queremos e a educação que propomos. Como símbolo do horror e da dor, repete-se o imperativo lançado por Adorno: ‘que Auschwitz não se repita’. 


Palavras-chave


Educação. Filosofia. Direito

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/rcd.v11i24.4359

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