“Trabalho gênero e sexualidade quando o assunto chega nas minhas aulas”: a escola nas discussões de gênero e sexualidades a partir da demanda dos/as alunos/as

Anderson Ferrari, Claudete Imaculada de Souza Gomes, Cláudio Magno Gomes Berto

Resumo


Qual tem sido o trabalho desenvolvido pelas escolas na discussão de gênero e sexualidade? Partimos da afirmação de que a escola realiza o trabalho com gênero e sexualidade, mesmo que não tenha consciência disso.  Essa pergunta inicial, que não é absolutamente nova, é o foco das análises apresentadas neste artigo a partir de questões surgidas de uma pesquisa realizada num programa de pós-graduação em Educação, entre os anos de 2015-2016. Uma questão problematizadora interessada nas abordagens de gênero e sexualidades nas aulas, de forma planejada ou não. Gênero e sexualidades são organizadores sociais, resultado de construção histórica e cultural. Assim, dialogar com professores e professoras é reforçar a ideia de que escolas não são essências, mas fruto de relações entre indivíduos e sociedade. Para desenvolver a pesquisa e as análises, estamos assumindo a perspectiva teórico-metodológica pós-estruturalista, influenciada pelos estudos foucaultianos, que, não se propondo a oferecer soluções, proporciona a oportunidade de ampliar o debate sobre pesquisa no campo educacional.


Palavras-chave


Escolas; Gênero; Sexualidades; Formação de Professores.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/recc.v24i3.5442

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