Educação formal em espaço prisional: narrativas, reflexões e potencialidades

Guilherme Hammarstrom Dobler, Marcele Homrich Ravasio, Eva Teresinha de Oliveira Boff, Vidica Bianchi

Resumo


O estudo estruturou-se a partir da análise in loco de relatos, de educandos, registrados nos diários de bordo de docentes no Núcleo de Educação de Jovens e Adultos Agente Penitenciário Jair Fiorin, localizado na Penitenciária Modulada de Ijuí-RS. Os resultados obtidos apontam para a necessidade de intensificar práticas pedagógicas direcionadas aos educandos privados de liberdade. Tais ações devem se pautar no diálogo que pontua as experiências e vivências dos discentes como cidadãos. Essas experiências compartilhadas são constitutivas de conhecimento e cultura, e fazem com que o aprendizado circule entre as partes envolvidas nos processos de ensino e de aprendizagem. É possível entender que a educação formal em espaço prisional encontra limitações, mas emerge como uma possibilidade real de reintegração dos sujeitos envolvidos na sociedade a partir da chamada educação popular.


Palavras-chave


Currículo; Educação de Jovens e Adultos; Educação Prisional; Pessoas Privadas de Liberdade.

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/recc.v25i2.5705

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ISSN: 2236-6377

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