Curtas brasileiros: laboratório de estéticas insurgentes e de lutas antirracistas

María Camila Osorio Ortiz, Tereza Maria Spyer Dulci

Resumo


Este artigo procura pensar o cinema e a luta antirracista a partir da análise de curtas metragens. Pretendemos tratar alguns espectros dos chamados “novíssimo cinema” e “cinema negro” brasileiros contemporâneos, com destaque para as produções de três realizadores negros. Para tal, em um primeiro momento, trataremos brevemente do “novíssimo cinema” e do “cinema negro”. Em um segundo momento, versaremos sobre o “afrofuturismo” como um movimento intelectual e um gênero artístico transdisciplinar que busca redefinir a cultura e as noções de negritude. Por último, analisaremos três curtas brasileiros contemporâneos Quintal (2015), Rapsódia para o homem negro (2015) e Chico (2016).


Palavras-chave


Novíssimo cinema; Cinema negro; Afrofuturismo; Luta antirracista

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DOI: http://dx.doi.org/10.18316/recc.v27i2.9759

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ISSN: 2236-6377

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