RECEPTION ELDERLY PEOPLE LIVING WITH HIV/AIDS IN SUS

BIBLIOGRAPHIC AND DOCUMENTARY RESEARCH

Authors

DOI:

https://doi.org/10.18316/rcd.v17i46.12429

Keywords:

Elderly, Acquired Immunodeficiency Syndrome, Unified Health System, Humanization, Reception

Abstract

INTRODUCTION: Since the creation of the National Policy for the Elderly (PNI), the Statute for the Elderly (EI) and the National Policy for the Health of the Elderly (PNSPI), combined with scientific development, new and more sophisticated treatments and medications have contributed to the elderly having greater autonomy and living longer, preserving their quality of life. However, specifically regarding the elderly population living with HIV/AIDS (Human Immunodeficiency Virus/Acquired Immunodeficiency Syndrome), these policies make no reference. OBJECTIVE: To understand how the reception of elderly people living with HIV/AIDS in the health services of the Unified Health System (SUS) was presented, studied and discussed in technical-scientific productions from 2006 to 2018. METHODOLOGY: Bibliographic and documentary research, with an exploratory qualitative approach, using the Google Scholar database, covering the period from 2006 to 2018. RESULTS: From the material consulted, two categories of analysis were constructed: 1) Changes in the demographic profile of the elderly population and their repercussions on health reception; 2) Recognition of the elderly population living with HIV/AIDS as a subject of rights. CONCLUSION: The study highlights the legal achievements in the area, but points out the need for the National STD/AIDS Policy to contemplate aspects related to the elderly population living with HIV/AIDS. The materials analyzed highlight the importance of training health workers to overcome stigmas and prejudices, as well as the need for educational training that considers the issue of elderly sexuality and the specificities of HIV/AIDS in this age group.

Author Biographies

Rossana Rangel Dutra, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Bacharela em Administração Sistemas e Serviços de Saúde, pela Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Vania Roseli Correa de Mello, Universidade Estadual do Rio Grande do Sul (UERGS), Porto Alegre, RS, Brasil.

Doutora em Psicologia pela Universidade Federal Fluminense (2016), Mestre em Psicologia Social e Institucional pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2009). Possui Graduação em Psicologia pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (1999), Residência Integrada em Saúde: Atenção Básica em Saúde Coletiva (2000-2002). Servidora Pública na Prefeitura Municipal de Porto Alegre (PMPA) de 1987 a 2005 e na Secretaria de Estado da Saúde do Rio Grande do Sul de 2005 a 2013. Desde 2013 é Professora Adjunta, área de Saúde Coletiva, na Universidade Estadual do Rio Grande do Sul. Tem experiência na área da Gestão Pública, Saúde Coletiva, Psicologia e Psicologia Social, atuando principalmente nos seguintes temas: Políticas Públicas de Saúde e de Saúde Mental, Atenção e Gestão do SUS, Política Nacional de Humanização, Participação e Controle Social na Saúde.

Daniel Dall'Igna Ecker, Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Florianópolis, SC, Brasil.

Psicólogo (CRP-12/18496) no Serviço de Psicologia, Unidade de Saúde Mental - USME, do Hospital Universitário Professor Polydoro Ernani de São Thiago (HU-UFSC), pela Residência Integrada Multiprofissional em Saúde - RIMS (Atenção Especializada, Alta Complexidade) da Universidade Federal de Santa Catarina. Doutor em Psicologia Social e Institucional pela UFRGS (2020), com período sanduíche na Universidade Federal de Santa Catarina (2018-2019). Atuou como docente colaborador convidado no curso de Administração: Sistemas e Serviços de Saúde da UERGS (2018-2020). Editor-Executivo da Revista Principia (IFPB), área de Ciências da Saúde (2021). Exerceu o cargo de Psicólogo Clínico, equipe NASF-AB, pela Residência Multiprofissional em Saúde da Família da Secretaria Municipal de Saúde de Florianópolis - SC (2020-2022). Compôs, como Profissional de Saúde, a Ação Estratégica O BRASIL CONTA COMIGO para o enfrentamento à pandemia do coronavírus COVID-19 (2020-2022). Atuou como Psicólogo na Secretaria de Estado da Educação de Santa Catarina (2022-2023). Exerceu a função de Conselheiro titular no Conselho Estadual de Entorpecentes de SC (2022-2023); Conselheiro suplente no Conselho Estadual de Assistência Social de SC (2022-2023); Referência técnica estadual do Programa Saúde na Escola, pela educação do estado de SC, no GTI-E (2022-2023); e Membro do Comitê Intersetorial pela Primeira Infância de SC (2022-2023). 

References

ABBIT, L. 14 das melhores citações sobre o envelhecimento. Tradução de Sofia Lucena. Portal do Envelhecimento e Longeviver, São Paulo: [s.n.], 2017. Disponível em: https://www.portaldoenvelhecimento.com.br/14-das-melhores-citacoes-sobre-o-envelhecimen to/ Acesso em: 20 jan. 2025.

ABDO, C. N. H. Descobrimento Sexual no Brasil. São Paulo: Summus, 2004.

ALENCAR, R. A. O idoso vivendo com HIV/Aids: a sexualidade, as vulnerabilidades e os enfrentamentos na atenção básica. São Paulo. Tese (Doutorado). Escola de Enfermagem. Universidade de São Paulo. São Paulo, 2012.

ALVES, M. A.; LOPES, R. R.; BARBOSA, A.; Dificuldades enfrentadas pelo paciente idoso diagnosticado com HIV: olhar do enfermeiro diante da problemática. Revista Saúde em foco, São Paulo, v. 9, p.691-700. 2017.

ARGIMON, I. I. L.; PIZZINATO, A.; ECKER, D. D.; LINDERN, D.; TORRES, S. Velhice e Identidade: Significações de Mulheres Idosas. Revista Kairós Gerontologia, 14(4), p.79-99, São Paulo (SP), Brasil, setembro 2011. Disponível em: https://repositorio.pucrs.br/dspace/bitstream/10923/9002/2/Velhice_e_identidade_significacoes_de_mulheres_idosas.pdf Acesso em: Acesso em: 20 jan. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de DST/Aids: princípios e diretrizes. Brasília: 1999. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd03_17.pdf Acesso em: 20 jan. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Envelhecimento e saúde da pessoa idosa. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. Brasília: 2006a. 192 p. (Cadernos de Atenção Básica, 19). Disponível em: https://www.nescon.medicina.ufmg.br/biblioteca/ima gem/2078.pdf Acesso em: 20 jan. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n0 2.528 de 19 de outubro de 2006. Aprova a Política Nacional de Saúde da Pessoa Idosa. Brasília: 2006b. Disponível em: http://bvsms.saude.gov. br/bvs/saudelegis/gm/2006/prt2528_19_10_2006.html Acesso em: 20 jan. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde (MS). Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da Saúde. Documento Base 4ª edição. Brasília: Ministério da Saúde (MS); 2007.

BRASIL. Ministério da Saúde. Estatuto do Idoso. 3a edição. Brasília: 2013. Disponível em: https://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/estatuto_idoso_3edicao.pdf Acesso em: 20 jan. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Boletim Epidemiológico HIV/Aids. v. 20, Brasília: 2017. Disponível em: http://www.aids.gov.br/pt-br/pub/2017/boletim-epidemiologico-hivaids-2017 Acesso em: 20 jan. 2025.

BRASIL. Ministério da Saúde. Audiência pública debate HIV/Aids na população idosa. Brasília: 2018. Disponível em: http://www.aids.gov.br/pt-br/noticias/audiencia-publica-debate-hivaids-na-populacao-idosa Acesso em: 20 jan. 2025.

CORTE, B.; OLIVEIRA, B.; ALMEIDA, L. M.; LOPES, R. G. C. Acolhimento ao idoso: uma reflexão das contribuições da psicogerontologia sobre os cuidados desejáveis entre profissionais de saúde e usuários do SUS. Revista Portal de Divulgação. São Paulo, n. 17, p.36-42. 2011.

DUTRA, P. A. J.; MELLO, V. R. C.; ECKER, D. D. Ações e serviços em HIV/AIDS de Porto Alegre: análise dos relatórios de gestão 2010-2014. Percurso Acadêmico, v. 8 n. 16, jul/dez, 2018. Disponível em: http://periodicos.pucminas.br/index.php/percursoacademico/article/view/18445/14392 Acesso em: 20 jan. 2025.

ECKER, D. D. O exercício de Direitos Sociais nos processos subjetivos e terapêuticos: políticas públicas, saúde mental e atenção psicossocial. Tese de Doutorado. Instituto de Psicologia. Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Programa de Pós-Graduação em Psicologia Social e Institucional. Porto Alegre: 2020. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/cd03_17.pdf Acesso em: 20 jan. 2025.

ECKER, D. D.; PALOMBINI, A. L. A complexidade dos direitos sociais na clínica em psicologia: Fatores materiais, singulares e multidimensionais. Pensando Psicología, 16(2), p.1-28. 2020. Disponível em: https://revistas.ucc.edu.co/index.php/pe/article/view/3938 Acesso em: 20 jan. 2025.

ECKER, D. D.; PALOMBINI, A. L. Acompanhamento Terapêutico e Direitos Sociais: Territórios existenciais e sujeito biopsico-político-social. Psicologia Clínica, 33(2), p.357-378, 2021. Disponível em: http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S0103-56652021000200009 Acesso em: 20 jan. 2025.

ECKER, D. D. Riscos na Atenção Psicossocial: a quase inexistência do discurso ‘Direitos Sociais’ em saúde mental. PSI UNISC, 6(1), 82-97, 2022. Disponível em: https://online.unisc.br/seer/index.php/psi/article/view/16414 Acesso em: 20 jan. 2025.

FERREIRA, A. P.; TEIXEIRA, S. M. Direitos da Pessoa Idosa: desafios à sua efetivação na sociedade brasileira. Argumentum, Vitória, v.6, n.1, p.160-173, jan./jun. 2014.

GIL, A. C. Como elaborar projeto de pesquisa. 4ª edição, São Paulo: Atlas. 2009.

GRUBBA, M. R. M.; SILVA, A. L. Acolhimento e respeito à autonomia da pessoa idosa nas Instituições de Saúde. Boletim do Instituto de Saúde, São Paulo, n.47, p.65-68. 2009.

MELLIS, F. Número de idosos no Brasil deve dobrar até 2042, diz IBGE. R7, Brasília: 2018. Disponível em: https://noticias.r7.com/brasil/numero-de-idosos-no-brasil-deve-dobrar-ate-20 42-diz-ibge-25072018 Acesso em: 20 jan. 2025.

MELLO V. R. C.; ALOIA. S. A.V.; RANGEL, R. D.; TRAVASSOS, G. N. #NosOtras – Oficinas de prevenção combinada ao HIV/Aids na região do Partenon/Lomba do Pinheiro em Porto Alegre. Revista Eletrônica Científica da UERGS, Porto Alegre, v. 5, n. especial, p.182-190. 2019.

MINAYO, M. C. S.; DESLANDES, S.F.; NETO, O. C.; GOMES, S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 21a edição. Petrópolis: Vozes. 2002.

MOROSINI, L. Brasil envelhece sem preparo. Revista Radis, Escola Nacional de Saúde Pública, Rio de Janeiro, n.190, p.32-33, jul. 2018. Disponível em: https://pesquisa.bvsalud.org/portal/resource/pt/lil-404430 Acesso em: 20 jan. 2025.

PEREZ, B. F. A.; GASPARINI, S.M. A vivência do idoso no processo de envelhecer e o HIV/Aids: uma reconstrução dupla com suas possibilidades e limites. Jornal Brasileiro de AIDS, São Paulo, v.6, n. 3, p. 106-109, 2005.

SANTOS, A. F.M.; ASSIS, M. Vulnerabilidade da pessoa idosa vivendo com HIV/Aids despertar das políticas públicas e profissionais de saúde no contexto atenção da integral: revisão de literatura. Revista Brasileira de Geriatria e Gerontologia, v. 14, n.1, p.147-157, 2011.

SANTOS, A. C. F.; SILVA, L. M. M. O.; MAGALHÃES, R.C.S.M.; VIANA, R.L. Saúde do idoso: humanização e acolhimento na Atenção Básica. Revista Eletrônica Gestão & Saúde, Brasília, p. 2928-2937, 2014. Disponível em: https://periodicos.unb.br/index.php/rgs/article/view/1794 Acesso em: 20 jan. 2025.

SILVA, G. Importância do acolhimento ao idoso na Saúde Pública. Artigo (Especialização) Gestão de organização pública em saúde, Curso de Pós-graduação à Distância, Universidade Federal de Santa Maria. Picada Café: 2014.

Published

2025-03-31